Conteúdos para transformar sua gestão de pessoas
Se informe sobre insights, práticas e tendências de desempenho, cultura e tecnologia em RH, com quem vive o dia a dia da transformação nas empresas.
Navegue por tópicos:
Todos os Posts

Por Larissa Alves
•
1 de outubro de 2026
Sua empresa lançou um processo de avaliação de desempenho. Os ciclos estão no calendário, os formulários existem, talvez até haja uma ferramenta dedicada para isso. Ainda assim, gestores preenchem por obrigação, colaboradores respondem em três linhas genéricas e, poucos meses depois do lançamento, o processo perde força. Se esse cenário parece familiar, você não está sozinho. A maioria das organizações que implementa avaliação de desempenho enfrenta dificuldade para manter revisões regulares depois do lançamento inicial. Essa dificuldade quase sempre tem uma causa raiz específica: falta de clareza sobre os critérios, comunicação que soa como punição, falta de transparência sobre o uso do resultado ou ausência de continuidade entre ciclos. Diagnosticar qual delas afeta sua empresa é o primeiro passo real, antes de qualquer ajuste de processo. Este artigo apresenta quatro cenários reais de adesão, o diagnóstico das barreiras mais prováveis para cada um, perguntas que você pode responder agora sobre sua própria empresa e o primeiro passo específico para sua situação. O custo de não diagnosticar corretamente vai além do relatório de participação. Aparece em decisões de desenvolvimento, sucessão e remuneração tomadas com dados incompletos, e no desgaste de relançar uma mudança que já perdeu a confiança do time. Quanto mais vezes o programa é relançado sem resolver a causa raiz, mais difícil fica convencer o próximo grupo de que desta vez será diferente. Antes de continuar, uma pergunta direta: qual das situações abaixo descreve melhor o momento da sua empresa?

Como engajar gestores na avaliação de desempenho: o que o RH controla e o que só a liderança resolve
Por Larissa Alves
•
1 de outubro de 2026
Para engajar gestores na avaliação de desempenho (AD), o RH reduz o esforço que o ciclo exige deles e a liderança executiva garante patrocínio e consequência. O RH controla prazos, critérios, pré-preenchimento, calibração, retorno ao gestor e capacitação. A diretoria controla patrocínio, meta do gestor, exemplo e consequência. Separar as duas frentes evita cobrar do gestor o que só a liderança resolve. Muitos RHs que rodam AD reconhecem a cena: o prazo vence, metade dos gestores ainda não entregou, parte do que chegou foi preenchido em cinco minutos e a devolutiva para o colaborador acontece de forma irregular. Se você precisa diagnosticar por que a adesão ao programa de avaliação está baixa, com todos os cenários possíveis, comece por esse conteúdo. Aqui o recorte é outro: o gestor como usuário do processo, com o que o RH pode mudar no desenho do ciclo de um lado e o que depende de decisão da liderança do outro. Gestor engajado na AD: o que isso quer dizer na prática Gestor engajado na AD é aquele que cumpre o ciclo de ponta a ponta, do formulário à conversa com o colaborador. Essa é uma definição operacional proposta pela impulseup, útil para o RH ter algo observável para acompanhar. Ela não vem de uma pesquisa.
Materiais
Recursos para potencializar sua rotina
Baixe e-books, guias e ferramentas gratuitas pensadas para apoiar gestores e times de RH a alcançar resultados mais estratégicos e mensuráveis.

Material Rico adquirido com sucesso!



