Como implantar ISO 9000 na empresa: case Comlink

Elis Martins • 6 de setembro de 2019

A Comlink é cliente ImpulseUP e seu maior objetivo era conseguir recertificar a ISO 9000 versão 2015 da maneira mais prática e organizada possível.

Apenas a título de informação, a ISO 9000 é a norma que regulamenta a Gestão da Qualidade. Ou seja, é ela que fornece técnicas para otimização de processos para que a empresa atinja seus objetivos.

A Comlink conseguiu ter bons resultados na auditoria da ISO 9000:2015 com o ImpulseUP. Quer saber como? Continue lendo o artigo.

Sobre a ComLink

A Comlink iniciou suas atividades em 1999, com o engenheiro Márcio Slomp, em Caxias do Sul – Rio Grande do Sul.

A empresa se dispõe a desenvolver equipamentos eletrônicos e softwares para soluções integradas. Sendo todos os projetos realizados sob demanda para os clientes.

Com 20 anos de mercado, hoje, a ComLink conta com colaboradores engenheiros e tecnólogos, além da atuação efetiva de seu proprietário Márcio Slomp, Mestre em Engenharia Elétrica na área de instrumentação Eletro-eletrônica. Sua missão é “atender as necessidades dos clientes através da evolução constante da tecnologia e da qualidade”.

Nós conversamos com o Márcio, proprietário da Comlink, e ele nos contou que a empresa cresceu muito com o tempo e, em todos os momentos, nunca deixou de valorizar o capital humano. Pois a solução pode ser tecnológica, mas os responsáveis por trás da solução são humanos.

Tentando se encaixar no controle de qualidade da ISO 9000 de 2015

Márcio relatou que a ISO 9000 foi implantada em 2014 na empresa. E, na versão de 2015, dentre os processos de melhorias exigidos, a Gestão de Pessoas tornou-se o mais importante.

O controle de qualidade da ISO 9000 versão 2015 é claro: é obrigatório demonstrar conexão entre metas, planejamento estratégico, objetivos da qualidade e ações. E, dentro de ações, estão os feedbacks e PDIs por departamento, por exemplo.

Na época, para atender às exigências da ISO, a Comlink precisou aderir ao processo de Avaliação de Desempenho. As avaliações de desempenho eram realizadas em papel. O gestor de RH imprimia todas as avaliações e aplicava com gestores e subordinados.

O gestor avaliava os seus subordinados e os seus subordinados faziam uma autoavaliação. Ao final, o RH recolhia todas as avaliações e repassava os dados para uma planilha excel. Depois, extraia os relatórios e apresentava aos diretores e gestores. Todo esse processo demorava em torno de 3 a 4 meses.

“O tempo para o processo ser concluído era o tempo para iniciar uma nova avaliação de desempenho” – afirmou Márcio.

Rapidamente perceberam que esse formato de aplicação de Avaliação de Desempenho era inviável. Tomava muito tempo do RH e era muito impreciso.

As avaliações mostravam alguns pontos falhos dos colaboradores e, com isso, os gestores elaboravam um plano de treinamento. Esse plano, na maioria das vezes, se reduzia a propostas de cursos de aprimoramento. Nada muito alinhado com o planejamento estratégico geral, era algo mais subjetivo.

Ou seja, o desenvolvimento do profissional era restrito a algo pontual e não à características importantes no mercado. Os dados eram muito vagos e não conseguiam, por exemplo, encontrar um perfil de colaborador ideal, alinhado aos objetivos da empresa.

Além disso, os auditores da ISO 9000:2015 questionavam alguns pontos do RH sobre o desenvolvimento dos colaboradores, como a distribuição do PLR e plano de carreira baseados no desempenho dos profissionais.

Nesse momento, perceberam que as avaliações de desempenho em papel já não atenderiam ao controle de qualidade da ISO 9000:2015 e, por isso, foram em busca de uma nova solução.

Como implantar a ISO 9000 na empresa com o auxílio da ImpulseUP

Em 2018, a equipe de RH da Comlink saiu em busca de uma ferramenta que automatizasse todo o processo de Avaliação de Desempenho. E assim encontraram o ImpulseUP.

Já no primeiro ciclo, a Comlink aplicou avaliações de desempenho divididas por setor. Cada área da empresa tinha suas competências específicas. Assim, a análise seria mais profunda, longe de uma “visão sobre o todo”.

A imagem abaixo é um exemplo de competência específica, que só havia na Avaliação de Desempenho da Equipe Comercial.

Após o processo de avaliação, com dados em mãos, os gestores começaram a executar os PDIs (Plano de Desenvolvimento Individuais). E todos os PDIs se ordenavam com o planejamento estratégico da empresa.

Abaixo, uma análise de um colaborador, seguido pelo seu PDI.

Podemos ver, com os dados extraídos da plataforma, que o colaborador em questão estava performando abaixo da média de sua organização na competência “Tecnologia”. Devido a isso, uma ação de desenvolvimento foi direcionada a ele, a fim de melhorar a competência exigida.

Com o ImpulseUP, tudo foi feito de forma ágil, automatizada e com segurança de dados. E, no momento da auditoria da ISO 9000:2015, foi simples apresentar todos esses resultados. O auditor logo identificou que os planos de treinamentos e desenvolvimentos possuíam objetivos claros e que as técnicas do ImpulseUP eram válidas.

Hoje, a Comlink utiliza as Avaliações de Desempenho do ImpulseUP não só para melhorar os processos da ISO 9000:2015 na empresa, mas também para aplicar a participação nos lucros e resultados.

As avaliações proporcionaram à Comlink identificar quais são os modelos ideais para a empresa em termos de comprometimento, aprendizado, inovação, e quais colaboradores precisam de treinamento em determinada competência ou habilidade.

Abaixo, segue um exemplo de parte de um relatório de avaliação individual.

Nesse caso, o colaborador apresenta falhas nas competências “tecnologia” e “investimento como forma de diferenciação”, em relação à média total da organização. Podemos ver esse resultado, analisando a marcação em preto (resultado final) e em roxo (média da organização).

Márcio ainda nos contou que, para o futuro, conforme os processos de avaliação de desempenho forem aplicados e melhorados, o ImpulseUP pode ajudar na retenção de talentos na Comlink.

O ImpulseUP se dispõe a ajudar em todos os processos que estiverem dentro do escopo da Gestão por Competências, e isso inclui a retenção de talentos. Portanto, esse futuro está bem próximo, Márcio.


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