Serviço pay-per-use para Avaliações de Desempenho

Felipe Batalha • 23 de outubro de 2019

O serviço pay-per-use está dominando o mercado atualmente. Contratar serviços e produtos ficou cada vez mais simples. Mercados como automóveis, imóveis, logística, dentre outros já têm aderido ao novo modelo de pagamento.

Você já passou por aquela situação desagradável de pagar a mensalidade da academia e não conseguir ir por falta de tempo? Pode ter certeza que não acontece somente com você e que não é somente com a academia.

Todos os meses somos cobrados por serviços que nem sempre usamos da forma que esperávamos. Exemplos comuns são: plano do celular, TV a cabo, parcelas do financiamento do carro etc.

Esses são exemplos de cobrança por assinatura. Esse modelo, na verdade, já foi uma grande evolução no modelo de cobrança por serviços e até mesmo por produtos. Foi o primeiro passo da mudança de paradigma em que o consumidor não precisa desembolsar uma grande quantia para ter acesso ao serviço.

Alguns leitores devem lembrar que, há 20 anos, o serviço de telefonia fixa era um privilégio de poucos. Para ter sua linha no Brasil você esperava mais de 2 anos e chegava a pagar cerca de U$ 5.000,00!

Hoje, com as inovações tecnológicas, adquirir um produto ou serviço é algo muito simples e acessível. E, depois do modelo de assinatura, ainda surgiu o modelo pay-per-use, em que você paga pelo uso.

O que significa pay-per-use?

Pay-per-use é um termo em inglês que significa “pague pelo uso”. Nele, o uso do produto ou serviço é compartilhado, ou seja, não existe posse e sim uma experiência em conjunto.

Estamos vivenciando uma era que o poder está indo rapidamente para as mãos do consumidor. A internet e a indústria 4.0 são os grandes impulsionadores dessa revolução e a era da abundância já é uma realidade.

Mesmo em mercados de bens tradicionalmente vistos como sonhos de consumo tem tido disrupções na forma de contratação. Há algumas décadas, o sonho de qualquer jovem era ter seu carro próprio, por exemplo.

Nos EUA, o leasing (algo como o modelo de assinaturas de carros) já é uma das modalidades mais populares de aquisição. E na última década o Uber vem mudando a forma que as pessoas usam os automóveis, trazendo o conceito do Pay-per-Use, a ponto de muitas pessoas já não considerarem mais a compra de um carro próprio.

Na telefonia, tivemos um movimento similar, primeiro com o fim da compra de uma linha própria e possibilitando a contratação somente pela assinatura. E, em seguida, o acesso a telefonia foi ainda mais democratizado com possibilidade de contratação de linhas pré-pagas onde o usuário pode contratar créditos de acordo com a demanda de uso.

Um exemplo bem claro de pay-per-use é no Linkedin, rede social profissional. Eles utilizam o modelo de pagamento por transação para compra de mídia (anúncios digitais na plataforma). Muitos profissionais de RH, inclusive, utilizam a ferramenta para divulgar vagas patrocinadas. Ao invés de cobrar uma mensalidade, o Linkedin possibilita o pagamento por publicação, atendendo a demanda pontualmente.

Softwares Pay-per-Use para Avaliações de Desempenho

Sem dúvidas, a indústria que realmente está na vanguarda das disrupções dos modelos de negócio é a de Software.

Na década de 90, a comercialização de sistemas era através de CDs e disquetes e exigia uma rede de distribuição que impedia a entrada de novos fornecedores. Com a chegada da internet, a possibilidade de entregar um software para qualquer usuário no mundo quebrou todas barreiras.

Hoje, o modelo de assinaturas vem dominando o mercado de software como serviço, e todos os dias novas startups surgem com o objetivo de resolver diversos tipos de problemas de negócio.

 

banner-trial-gestao-de-pessoas

Como a avaliação de desempenho é uma demanda recorrente, não é de espantar que o modelo Pay-per-Use tenha chegado até a área de Gestão de Pessoas.

As soluções para gestão de desempenho em Cloud/SaaS trazem diversos benefícios como:

  • Menor custo devido a redução significativa da mão de obra na elaboração, envio de planilhas e na consolidação de relatórios.
  • Maior agilidade no processo. Em média, as avaliações de desempenho realizadas em sistema são feitas em menos de 15% do tempo do que em planilhas.
  • Possibilidade dos participantes usarem dispositivos móveis para suas avaliações.
  • Relatórios mais precisos e análises de dados mais rápidas ( People Analitycs).
  • Notificações automáticas para participantes e acompanhamento do processo de forma mais ágil.

O ImpulseUP é um software completo para Gestão de desempenho. Ele utiliza o modelo de contratação pay-per-use, em que o cliente contrata sob demanda a quantidade de créditos que precisa utilizar de acordo com a quantidade de avaliados existentes na empresa. Você pode realizar o teste grátis aqui.


Teste Grátis: comece uma Avaliação de Desempenho agora mesmo!

Tenha toda a flexibilidade para realizar a avaliação da forma como preferir. Livre-se de planilhas, torne o seu RH mais estratégico e ágil. Traga resultados para a sua empresa e tenha tempo para o mais importante: cuidar dos colaboradores.


Posts recentes

Por Larissa Alves 17 de setembro de 2026
O Desafio de Começar do Zero A maioria dos cases de implementação começa com o mesmo problema: "tínhamos um processo ruim e precisávamos otimizá-lo." Mas e se você não tem nenhum processo? Essa foi a realidade da GS Inima Brasil. Empresa consolidada, 28 anos de operação em saneamento e água, mas sem uma metodologia estruturada em gestão de desempenho. Não era um caso de "melhorar o que existe", era um caso de construir do zero. E foi justamente nesse ponto que a impulseup entrou. Não para implementar um processo pronto, mas para capacitar a GS Inima a construir seu próprio processo. Este case mostra como. Quem é a GS Inima Brasil?
Por Larissa Alves 17 de setembro de 2026
O Desafio de Escalar RH Quando uma empresa cresce para milhares de colaboradores, um problema silencioso emerge: como você continua tendo um RH estratégico quando a operação fica tão grande que parece impossível manter alinhamento? O GrupoSC enfrentou exatamente isso. Com mais de 11 mil colaboradores espalhados pela cadeia de saúde brasileira, a empresa de 70 anos precisava transformar seu RH de uma função operacional em uma função estratégica. E foi justamente isso que conseguiu fazer, com a ajuda da impulseup, em 5 anos de parceria ativa. Quem é o GrupoSC?
Por Larissa Alves 16 de setembro de 2026
Sua empresa provavelmente sabe quanto tempo a IA economizou no último ciclo de avaliação de desempenho. Sabe quantas horas de RH deixaram de ser gastas juntando planilhas, consolidando respostas ou preparando informações para os gestores. Sabe, talvez, quantos gestores já usam a ferramenta no dia a dia. Mas existe uma pergunta mais difícil: A gestão de desempenho ficou melhor depois que a IA entrou no processo? Essa resposta costuma ser muito menos clara. As avaliações ficaram mais baseadas em evidências? Os feedbacks ficaram mais específicos? Os critérios passaram a ser aplicados de forma mais consistente? As decisões de calibração ficaram mais justificáveis? Os PDIs passaram a atacar as lacunas identificadas? As indicações de potencial e sucessão estão sendo confirmadas pelos resultados posteriores? Essas perguntas são diferentes de perguntar se a IA está sendo usada. Uma ferramenta pode reduzir o tempo de execução de uma avaliação sem melhorar a qualidade da avaliação. Pode gerar recomendações em segundos sem tornar as decisões sobre pessoas mais consistentes. Pode até reproduzir, em escala, problemas que já existiam nos dados históricos da empresa. Por isso, medir o sucesso da IA na gestão de desempenho exige olhar além da adoção. Este artigo apresenta um modelo de acompanhamento em quatro dimensões: eficiência, qualidade, equidade e governança . A proposta é acompanhar a participação da IA ao longo de todo o ciclo, da definição de metas à sucessão, e olhar sempre para o mesmo ponto: o que aconteceu depois da recomendação .
Banner roxo e preto sobre IA na gestão de desempenho, com botão rosa “Inscreva-se gratuitamente”

Plataforma completa de Gestão de Desempenho

Recomendações para você

Por Larissa Alves 17 de setembro de 2026
O Desafio de Começar do Zero A maioria dos cases de implementação começa com o mesmo problema: "tínhamos um processo ruim e precisávamos otimizá-lo." Mas e se você não tem nenhum processo? Essa foi a realidade da GS Inima Brasil. Empresa consolidada, 28 anos de operação em saneamento e água, mas sem uma metodologia estruturada em gestão de desempenho. Não era um caso de "melhorar o que existe", era um caso de construir do zero. E foi justamente nesse ponto que a impulseup entrou. Não para implementar um processo pronto, mas para capacitar a GS Inima a construir seu próprio processo. Este case mostra como. Quem é a GS Inima Brasil?
Por Larissa Alves 17 de setembro de 2026
O Desafio de Escalar RH Quando uma empresa cresce para milhares de colaboradores, um problema silencioso emerge: como você continua tendo um RH estratégico quando a operação fica tão grande que parece impossível manter alinhamento? O GrupoSC enfrentou exatamente isso. Com mais de 11 mil colaboradores espalhados pela cadeia de saúde brasileira, a empresa de 70 anos precisava transformar seu RH de uma função operacional em uma função estratégica. E foi justamente isso que conseguiu fazer, com a ajuda da impulseup, em 5 anos de parceria ativa. Quem é o GrupoSC?
Por Larissa Alves 16 de setembro de 2026
Sua empresa provavelmente sabe quanto tempo a IA economizou no último ciclo de avaliação de desempenho. Sabe quantas horas de RH deixaram de ser gastas juntando planilhas, consolidando respostas ou preparando informações para os gestores. Sabe, talvez, quantos gestores já usam a ferramenta no dia a dia. Mas existe uma pergunta mais difícil: A gestão de desempenho ficou melhor depois que a IA entrou no processo? Essa resposta costuma ser muito menos clara. As avaliações ficaram mais baseadas em evidências? Os feedbacks ficaram mais específicos? Os critérios passaram a ser aplicados de forma mais consistente? As decisões de calibração ficaram mais justificáveis? Os PDIs passaram a atacar as lacunas identificadas? As indicações de potencial e sucessão estão sendo confirmadas pelos resultados posteriores? Essas perguntas são diferentes de perguntar se a IA está sendo usada. Uma ferramenta pode reduzir o tempo de execução de uma avaliação sem melhorar a qualidade da avaliação. Pode gerar recomendações em segundos sem tornar as decisões sobre pessoas mais consistentes. Pode até reproduzir, em escala, problemas que já existiam nos dados históricos da empresa. Por isso, medir o sucesso da IA na gestão de desempenho exige olhar além da adoção. Este artigo apresenta um modelo de acompanhamento em quatro dimensões: eficiência, qualidade, equidade e governança . A proposta é acompanhar a participação da IA ao longo de todo o ciclo, da definição de metas à sucessão, e olhar sempre para o mesmo ponto: o que aconteceu depois da recomendação .